Trabalho Foto: Foto: Leandro Olivan.

Como manter-se vivo?

Flávia Pinheiro (Recife - Brasil)

“Como manter-se vivo?” investiga a relação do corpo com a tecnologia e a urgência de permanecer em movimento como um procedimento de sobrevivência. Um questionamento de como nos relacionamos com a imaterialidade das relações propostas pelos dispositivos e a certeza da nossa impermanência. Como continuar em movimento?  Como resistir ao desequilíbrio e à instabilidade da existência? Como persistir no tempo? Uma prática circular que, por não desistir, sucumbe à falha eterna e inerente da matéria.

FICHA TÉCNICA:
Concepção - Flavia Pinheiro e Leandro Olivan. Direção, coreografia e interpretação -  Flavia Pinheiro. Programação - Leandro Olivan. Coaching - Peter Michael Dietz. Desenho sonoro - Leandro Olivan. Desenho de luz - Pedro Vilela. Designer gráfico: Guilherme Luigi. Produção - Flavia Pinheiro e Pedro Vilela. Realização - Coletivo Mazdita.

Recife 28 out 20:00 Duração: 50 min 16 anos Teatro Hermilo Borba Filho Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife. Tel: +55 (81) 3355-3320 / 3355-3321.
English:

“Como manter-se vivo?” investigates the relationship between body and technology. Also, the urge of keep on moving as a method of survival. A question of how we relate to the immateriality of relations proposed by devices and the certainty of our impermanence. How to keep on moving? How to resist the imbalance and instability of existence? How to persist over time? A circular practice that, for not giving up, succumbs to the eternal and inherent flaws of the matter.

Español:

“Como manter-se vivo?” investiga la relación del cuerpo con la tecnología y la urgencia de permanecer en movimiento como un procedimiento de supervivencia. Un cuestionamiento de cómo nos relacionamos con la inmaterialidad de las relaciones propuestas por los dispositivos y la certeza de nuestra impermanencia. ¿Cómo seguir en movimiento? ¿Cómo resistir al desequilibrio y a la instabilidad de la existencia? ¿Cómo persistir en el tiempo? Una práctica circular que, por no desistir, sucumbe la eterna e inherente falla de la materia.